Caros Leitores

"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino". A educação precisa tanto de formação técnica e científica, como de sonhos e utopias.
Sejam Bem Vindos!



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sábado, 2 de abril de 2011

Escola Municipal Nadime Derze Jorge comemora o dia do circo com um lindo espetáculo circense

Aconteceu na última quinta feira 24, na Escola Municipal Nadime Derze Jorge a comemoração ao dia do circo. O circo é uma expressão artística, parte da cultura popular, que visa a diversão e o entretenimento dos espectadores. Embora enfrentem um período de crise na atualidade, os circos ainda fazem sucesso, principalmente no interior do Brasil. As apresentações contam com palhaços, shows musicais, malabaristas, mágicos e trapezistas.




Sob a organização da Diretora da escola Madalena Abrão, da Coordenadora do Programa Mais Educação Simone Lisboa, do Professor do Projeto “Recriarte” Recreação e Arte Aliados ao Mais Educação Gustavo Júnior e do Professor/ator e escritor José Humberto autor dos livros “De ato em ato eu faço teatro”, “Sonhos de um palhaço” e “Que rei sou eu” o espetáculo circense contou com apresentações de dança livre, teatro de fantoches, malabarismo, brincadeiras ao qual teve total interação entre as crianças, apresentação de saxofone com temas circenses e também foram distribuídos pipocas, balas e pirulitos a todos os alunos da Escola Municipal Nadime Derze Jorge.


Esteve presente saboreando a apresentação, representando a Câmara Municipal de Ituiutaba o vereador Jorge Tomáz da Silva (Jorginho), as Vice Diretoras Maria de Lurdes e Bethania, os Professores e grandes parceiros do Programa Mais Educação Élcio e Roberta Cristina, supervisores, funcionários, colaboradores, e demais professores da escola.



O professor do Projeto Recriarte da Escola Municipal Nadime Derze Jorge Gustavo Júnior, ressaltou que datas como essa, não pode passar em branco, haja vista que os alunos precisam desenvolver a ludicidade que existe em cada um, seus aspectos motores, a arte circense deve estar embasada numa cultura que eleve a auto – estima e provoque no aluno habilidades para ser um ser humano mais atuante, questionador, dinâmico, interado nas ações desenvolvidas pela equipe gestora dessa escola.
Na oportunidade o Professor Gustavo agradece a parceria do Prof. José Humberto, da coordenadora Simone Lisboa, da Diretora Madalena Abrão que não mediu esforços para concretizar mais está ação em que a Escola Municipal Nadime Derze Jorge, está incumbida que é unir educação, cultura, esporte e lazer e é nesta certeza que vamos formar em um futuro promissor alunos mais ativos e construtores de futuro melhor.




Segundo a Diretora Madalena Abrão, é fundamental enfatizarmos a importância de propiciar espetáculos como esses na escola, é por meio destes que permitimos a manifestação do imaginário infantil, através de objetos simbólicos, teatro, dança, música, neste sentindo qualquer atividade empregada na escola, desde que respeite a natureza do ato lúdico, apresenta caráter educativo.

sábado, 19 de março de 2011

Projeto Recriarte da Escola Municipal Nadime Derze Jorge faz um brilhante desfile de carnaval

Aconteceu na manhã de sábado 05 um desfile de carnaval, com marchinhas proporcionado pela Prefeitura Municipal de Ituiutaba e organizado pela Fundação Cultural de Ituiutaba (FCI), em parceria com o Prof. Eucleni Filho, Carlos Pereira e Waldir Santana.



A concentração do desfile aconteceu na praça da Prefeitura e em seguida percorreu as ruas 20 e 22 avenidas 17 e 9.




Esteve presente acompanhando os alunos do Programa Mais Educação, a Diretora da Escola Municipal Nadime Derze Jorge Madalena, a Vice Diretora Bethânia, a Coordenadora do Programa Mais Educação Simone Lisboa e os Professores Gustavo Júnior, Roberta Cristina e Letícia Ramos.



Os alunos do Projeto “Recriarte” Recreação e Arte aliados ao Mais Educação da Escola Municipal Nadime Derze Jorge, apresentou nas ruas e avenidas do centro da cidade um show de dança, sincronismo e um jogo de palavras utilizando o corpo e a expressão, o que fez com que o público se encantasse.



O Projeto Recriarte visa oferecer aos alunos da Escola Municipal Nadime Derze Jorge atividades variadas que venham despertar interesses nas áreas de recreação, arte, leitura, vídeo, música, dança, teatro, movimento, contação de histórias e brincadeira, coordenado pelo professor Gustavo Júnior o Projeto Recriarte é um sub Projeto do Programa Mais Educação.



O Professor Gustavo Júnior disse que é de suma importância ações como essas que resgatem as histórias, marchinhas, os personagens carnavalescos, e as diversas culturas advindas do carnaval. Agradeceu o convite dos organizadores Eucleni Filho, Carlos Pereira e Valdir Santana, a parceria do CAIC na pessoa da Coordenadora do Núcleo de Cultura, Débora Azevedo, aos pais dos alunos pelo empenho e confiabilidade, e a todos da Escola Municipal Nadime Derze Jorge, pelo compromisso e dedicação no evento.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Engraçado, todo Natal é a mesma coisa ...
Promessas de um futuro melhor, pessoas mais humanizadas, sentimentos de esperança, amor, solidariedade, alegria, etc...
As diversas confraternizações, as lembranças do ano que passou tão rápido.
Ao olhar essa foto que envio em anexo, dessas crianças correndo sinto que devemos correr, correr para os braços de quem amamos e expressar através de sentimentos sinceros, a nossa consideração e admiração.
Por isso desejo a vocês um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

II Festival de Dança Afro - Brasileira do CAIC

Na noite do dia 27 de novembro, a quadra poli esportiva do CAIC foi palco do II Festival de dança afro – brasileira, evento idealizado pelo Projeto “Corpo Negro” Grupo Cultural Afro – Brasileiro/Sub Programa de Mobilização Projeto Entre na Roda.
Ao longo desses dois anos trabalhando com os alunos do “Corpo Negro” Grupo Cultural Afro – Brasileiro, finalizo esta etapa com a certeza de dever cumprido, no decorrer das aulas percebi como aprendi com os meus alunos, poderia aqui dizer que mais aprendi do que ensinei, quando via os olhos dos alunos brilhar com os meus ensinamentos, por tantas vezes que ouvi: “Professor você é o melhor”, “Quando eu crescer quero ser igual a você”, “Você ensina, com a linguagem da alma” frases como essas que escutei dos meus alunos e que ficarão gravadas para sempre na minha mente e guardadas no meu coração ...


A Ultima Apresentação do Festival Afro “com o Corpo Negro integrado ao CAIC” ...
Na verdade nessa apresentação a minha proposta era unir a minha despedida enquanto coreografo do grupo, o estilo contemporâneo da dança africana e suas matrizes culturais com um tom de alegria, paz, serenidade e harmonia além de pincelar na coreografia o lado lúdico de ser criança. Para isso o primeiro passo foi buscar a cor do figurino e nada melhor que a cor “branca” para identificar aquilo que eu gostaria de mostrar ao público presente. Como efeito usamos o papel picado, onde os próprios integrantes do “Corpo Negro” picaram os papéis e jogaram para cima na coreografia de abertura “Pérola Negra”.



O que eu senti quando vi os alunos do “Corpo Negro” apresentar no II Festival de dança afro – brasileira do CAIC?
Primeiramente antes de responder tenho que dizer que os integrantes do grupo só ficaram sabendo da minha saída no dia do festival, ou seja no ultimo ensaio quando ali eu sentei todos em círculo e expliquei os motivos pelo qual estava saindo, foi um momento também de despedida.
Ah... o que eu senti no momento da apresentação??? Noooossa na verdade na minha cabeça veio um flash back!!! fui lembrando de todas as ações culturais e educativas, realizadas com esses alunos se pudesse definir em uma palavra o que senti ... a palavra seria (realização).
Porque você escolheu as músicas Shimbalaiê e Deixa a Vida Me Levar?
Para responder essa pergunta poderia pegar as próprias letras, elas falam por si só ...
Shimbalaiê:
Pensamento tão livre quanto o céu
Imagino um barco de papel
Indo embora pra não mais voltar
Tendo como guia Iemanjá

Ser capitã desse mundo
Poder rodar sem fronteiras
Viver um ano em segundos
Não achar sonhos besteira
Me encantar com um livro, que fale sobre vaidade
Quando mentir for preciso, poder falar a verdade

Deixa a Vida Me Levar:
Sou Feliz e agradeço por tudo que Deus me deu!


Agradecimentos
Gostaria aqui de agradecer a todos que estiveram ao longo desses dois anos acompanhando de perto as atividades desenvolvidas pelo “Corpo Negro” Grupo Cultural Afro – Brasileiro do CAIC, agradecer aqueles que acreditaram no potencial desse grupo, que com certeza fez a diferença na história da Escola Municipal Aureliano Joaquim da Silva - CAIC, quando vejo nos olhos dos alunos a vontade de continuar, de não parar, de seguir em frente, gosto muito de uma frase do Psiquiatra e autor Augusto Cury que diz assim: “Quem ama seu mestre ama a matéria que ele ensina, quem não ama seu professor dificilmente amará suas idéias”. Assim foi o trabalho com os alunos do Corpo Negro, um trabalho que vai além da educação formal, laços afetivos que levarei para sempre na certeza de um trabalho bem feito, de dever cumprido e a resposta veio para todos que estiveram presentes no II Festival de dança afro – brasileira do CAIC.
E como já dizia os poetas: Sigamos sorrindo alegres com a nossa cultura, nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
Obrigado!!!
Gustavo Júnior
Seminário de Educação Étnico Racial
Oficina de dança afro – brasileira Ministrada as alunas do Curso de Pedagogia da FACIP/UFU
Prof. Gustavo Júnior

Introdução:

A Oficina Pedagógica de Dança Afro - brasileira tem como objetivo geral propiciar aos participantes atendidos, a construção da identidade étnica e cultural afro-brasileira. Possibilitando através do aprendizado da dança uma reflexão sobre as diversas corporeidades dançantes brasileiras e a superação do preconceito e da discriminação cultural e racial que cercam esta expressão cultural de matriz africana, desenvolvendo o ensino da dança dentro da compreensão de que esta é uma manifestação cultural de resistência da herança africana no Brasil.


Objetivos:

• Propiciar aos participantes do Seminário Étnico Racial a aproximação com a cultura afro-brasileira através das suas expressões culturais tradicionais, buscando a construção da identidade e pertença étnica á população afro-brasileira.
•
Reconhecer a dança afro como matriz cultural formadora da identidade e da consciência racial afro-brasileira como referência para a construção da consciência corporal e estruturação da auto-estima e auto-imagem.
•
Capacitar os participantes da oficina de dança afro – brasileira, ao manuseio do próprio corpo nas diferentes coreografias e ritmos provindo das sonoridades musicais afro.


Conteúdos & Metodologia:

• Recursos áudio visuais:
- Dança Afro e Educação Popular;
- Abertura Festival Pérola Negra CACE;

• Sintonia de palavras
- O professor inicia uma frase e os participantes repete a frase do professor e cria sua assim sucessivamente.
Eu fui a África e vi ...
Uma galinha de Angola.



• Coordenação Motora
- Desenvolver o exercício de coordenação motora, através de exercícios que possibilite a percussão corporal, o ritmo, a seqüência e a memória. (Peito, estrala, bate bate, estrala, peito, bate).


• Expressão Corporal
- Conhecer e avaliar a capacidade de cada participante individualmente expressar corporalmente expressões de: alegria, frio, tristeza, dor de barriga, dor de dente, amor, medo, preconceito, ódio ...

• Percepção
- Os participantes estarão em círculo, colocar um participante de fora da sala, escolher um mediador que fará exercícios livres e todos os outros vão repetir simultaneamente. O participante que ficou de fora tem por objetivo descobrir que esta liderando o grupo.


• Criatividade e Contação de História
- Desenvolver a capacidade de criar e imaginar histórias. Os participantes estarão sentados em círculo, o professor inicia a história e deixa que os participantes complementem a partir de um objeto mostrado.

Um jovem angolano caminhava solitário pela praia. Parou por alguns instantes para agradecer aos deuses por aquele momento milagroso: o deslumbramento de sua terra natal. O silêncio o fez adormecer em seu âmago, despertando inesperadamente com o bater das ondas sobre as pedras. De repente, surgiram das matas homens estranhos e pálidos que o agarraram e o acorrentaram. Sua coragem e o medo travaram naquele momento uma longa batalha... Ele chamou pelos seus pais e clamou pelo seu Deus. Mas ninguém o ouviu. Subitamente mais e mais rostos estranhos e pálidos se uniram para rirem de sua humilhação. Vendo que não havia saída, o jovem angolano ...

(Mostrar imagens africanas) ...

Seqüência 

domingo, 31 de outubro de 2010

Programa Educacional de Assistência aos Jovens – PEAS faz encerramento das ações 2010

Aconteceu nesta última sexta – feira, 22 no Conservatório Estadual de Música Dr. José Zóccoli de Andrade a culminância geral do Programa Educacional de Assistência aos Jovens - PEAS. O evento contou com a participação da Superintendente Regional da Secretaria Estadual de Educação em Ituiutaba Isis Maria Gomes Cintra, Coordenadora Regional do PEAS da Superintendência Regional de Ensino – SRE Luciene Bezerra, as diretoras das escolas, E. E. Israel Pinheiro Maria Raquel Costa Souza, E. E. Governador Juscelino Juliene, E. E. Cônego Ângelo Maria da Luz Faria, E. E. Benedito Waldemar da Silva Maura, as coordenadoras do GDPeas Paula Lima, Sônia Vasconcelos, Kelly, Marilaine, Terezinha Caetano, a supervisora da E. E. Israel Pinheiro MeireLuce Senne, a vice diretora Denisia Ardila, os professores do programa Gustavo Júnior, Márcia Leal, Marcos, Sônia Regina, Jane Albino, Vânia Cinquini, Sandra Ardila, Marcelo Parreira, Marluce Alves Ferreira, Fernanda das Graças, Fausto Fábio, Kenia Araújo, Arlete Assunção e aproximadamente 100 alunos da Escola Estadual Israel Pinheiro.

A Superintendente Regional da Secretaria Estadual de Educação em Ituiutaba Isis Maria Gomes Cintra, ressaltou que o Programa Educacional de Assistência aos Jovens – PEAS aposta na formação de jovens mais conscientes, atuantes e com comportamento mais seguro, atividades como teatro, dança, contação de histórias, entre outras inspiram verdadeiras mudanças de comportamento e transformam os jovens em agentes promotores de ações preventivas da violência, do uso de drogas, de doenças sexualmente transmissíveis e da gravidez não planejada. A superintendente aproveitou a ocasião para parabenizar o trabalho de todos os professores em especial o professor Gustavo Júnior que vem a cada ano inovando e surpreendendo cada vez mais com o seu belíssimo trabalho.

A Coordenadora Regional do PEAS da SRE, Luciene Bezerra fez uma homenagem as coordenadoras do Programa como forma agradecimento pelo empenho e dedicação nas atividades PEAS.

Luciene Bezerra disse este ano a proposta foi multiplicar cada vez mais as ações PEAS visto que os resultados foram satisfatórios parabenizo a todas as escolas pelo comprometimento com o programa. O PEAS é considerado um instrumento de formação dos jovens por estar estruturado a partir de uma visão afirmativa da juventude. O foco é o jovem como fonte de soluções, de iniciativas, de compromisso e soluções para a sua comunidade. O objetivo central é a promoção do desenvolvimento pessoal e social do adolescente através de ações de caráter educativo e participativo. Inicialmente voltado para a temática da sexualidade, hoje o seu foco é o protagonismo juvenil e é dividido em três importantes áreas temáticas, dentre as quais a escola deve escolher uma: sexualidade e afetividade; adolescência e cidadania; mundo do trabalho e perspectiva de vida, afirmou Luciene Bezerra.

Ao longo desse ano com os mini cursos de teatro, dança e contação de histórias o professor Gustavo Júnior que esteve a frente das Escolas Israel Pinheiro e Governador Juscelino, desenvolveu diversas atividades com os alunos entre elas estão Improvisação com temas sugeridos, aquecimento, sensibilização, expressão corporal, jogos dramáticos tendo como metodologia a explanação teórica, exercícios de expressão, laboratórios práticos, dramatização de cenas e o debate com os participantes sobre as tarefas realizadas.

Para o professor Gustavo Júnior este ano o trabalho realizado com os alunos JPPEAS superou as expectativas, esses temas escolhidos pela equipe de professores do PEAS veio de encontro diretamente com a vida de todos os participantes, além de ser uma excelente maneira de vivenciar na prática através da arte casos que estão nítidos na nossa sociedade. É uma forma de prevenção, informação sabendo que o nosso papel enquanto educadores, não é só transmitir conhecimentos artísticos mas acima de tudo preparar o ser humano para vida, afirmou.

A diretora da Escola Estadual Israel Pinheiro, Maria Raquel disse que como forma de lazer e aprimoramento cultural, o Teatro a Dança a Música a arte como um todo tem o poder de esclarecer e aprofundar as relações sociais, unindo as pessoas em torno de um mesmo objetivo. É gratificante quando fazemos o balanço final, no qual os participantes expressam suas opiniões sobre o trabalho e o que foi possível absorver do conteúdo aplicado. Aproveito a oportunidade para agradecer a direção do Conservatório Estadual de Música Dr. José Zóccoli de Andrade pela parceria com o Programa PEAS.

A coordenadora do PEAS da Escola Estadual Israel Pinheiro Paula Lima, fez uma explanação geral do que é o programa e quais os objetivos dele na escola e agradeceu aos pais dos JPPEAS pela presença e participação no evento.

A Coordenadora do PEAS da Escola Estadual Governador Juscelino, Sônia Vasconcelos disse o programa é uma oportunidade para as escolas trabalharem assuntos que vão além da educação regular da escola e da família: Não dá para se ater somente a trabalhar os conteúdos básicos do ensino. E, às vezes, os pais também não se sentem à vontade para tratar de determinados assuntos com seus filhos. Já a escola também nem sempre se sente preparada para abordar questões como a sexualidade, que é um dos temas trabalhados por nós. Com o PEAS Mundo do trabalho e perspectiva de vida , conseguimos cobrir vários temas como a cultura africana que tem embasamento na lei 10.639/03 que visa o estudo da cultura afro – brasileira nas escolas e o combate ao racismo. Ela explica, ainda, que a escolha de uma área temática pela escola não impede que também sejam abordados outros assuntos no seu projeto: “Não tem como se falar, por exemplo, de afetividade e sexualidade sem falar de cidadania, de juventude, de violência, de família, de perspectiva de vida.”