Caros Leitores

"Sem a curiosidade que me move, que me inquieta, que me insere na busca, não aprendo nem ensino". A educação precisa tanto de formação técnica e científica, como de sonhos e utopias.
Sejam Bem Vindos!



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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Dois Caminhos

Dois Caminhos a história de dois jovens que trilham caminhos diferentes baseado em fatos reais, através da expressão corporal e dramatização teatral, dois adolescentes percorrem caminhos diferenciados, um bem e o outro mal. O mal por passar por momentos tão difícil em sua vida, tantas barreiras e obstáculos encontra nas drogas refugio e consolo, se envolve com vários tipos de droga:Cigarro, álcool, drogas injetáveis entre outros, procura se envolver com coisas e pessoas sem valor, que não progride que não se estabelece.O bem também como todo ser humano para se tornar alguém de sucesso passa por várias dificuldades mais sempre sorrindo, buscando refugio no melhor que pode ser, conquista o seu espaço no mundo, na vida pessoal e nos negócios.

A composição desse jogo cênico corporal foi mais uma rica experiência feita por mim, pelo artista Victor Carvalho e pela Prof. Mestra e Artes formada e pós graduada, Maria Marlene a seqüência dessa mímica foi sentida na pele e de perto o que muitos jovens hoje em dia sente, quando entra no mundo das drogas esse mundo que muitas das vezes sai com 2 resultados:CADEIA ou MORTE, e por outro lado a responsabilidade de interpretar o lado do bem, mostrar que a pessoa pode ser alguém na vida sim, sem mexer com coisas erradas, estudando procurando ser o melhor que pode ser ... muito me fez refletir ... Deus quando me colocou no mundo me deu a incrível missão de criação e múltiplas atividades e em cada uma sempre tem algo de novo e de diferenciado, algo que constitui a minha personalidade e que na maioria das vezes me trás o privilégio de poder entender mais qual é de fato, a minha missão nessa terra.O legal disso também é que percebo que as vezes nem tudo, sai como eu gostaria que saísse, nem sempre o final é feliz, e Deus também me deu o dom de reconhecer quando eu não consigo alcançar a meta que seria proposta, isso não quer dizer que estou errado ou que não dei conta ou que estou sendo fraco pelo fato de dizer me ajude, isso infelizmente não esta funcionando mais sim me torna cada dia mais forte, mais alegre e mais confiante !!!

Rica apresentação – muito bem feita, muito bem interpretada!






domingo, 20 de setembro de 2009

Projeto PEAS Extensão Capinópolis - MG

As aulas que estão sendo ministradas na Escola Estadual Governador Juscelino através do Projeto PEAS em capinópolis – MG está sendo muito produtiva estou gostando bastante da turma, os alunos são interessados, cheios de criatividade e talentos, nessas primeiras aulas trabalhamos diversos exercícios como respiração, voz, postura, confiança de grupo entre outros ... Entreguei para eles um documentário sobre direitos e deveres para se formar um bom artista, um bom dançarino, discutimos eixo por eixo, embora para se tornar bom naquilo que você estuda, você tem apenas que ter dedicação e uma consciência que tudo que deseja alcançar você pode basta querer e confiar em si mesmo.
Fizemos também aula especifica de expressão corporal e improviso os alunos se dividiram em grupos e criaram uma situação, foi um show teve alguns casos que foi engraçado também.
A coordenadora do Projeto Sônia, me disse que os alunos não vêem chegar o dia das aulas eles fazem aula comigo todas as quintas – feiras no período matutino na própria escola, ficam ansiosos para descobrir o que eu vou trazer de novo para desenvolvermos juntos, a coordenadora do projeto também é super dinâmica, alto astral, cabeça aberta melhor dizendo.Assim o trabalho

com certeza é muito mais produtivo pois eles apreendem cada um no seu tempo.






quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Projeto Ambulância da Alegria visita ao Hospital Nossa Senhora da Abadia

Minha primeira visita ao hospital Nossa Senhora da Abadia foi bastante legal, eu Dr. Poow e a Dr. Belinha trocamos de roupa no banheiro do hospital cada um no seu banheiro é claro, os outros médicos vieram todos pronto do Crás 1, gente mais foi tão divertido essa roupa de doutor é de fato sagrada ah as maquiagens também basta você pensar em colocar no corpo que o mundo já virá festa, então ... a Dr. Belinha ficou o tempo todo me contando as ultimas fofoquinhas que estavam acontecendo dentro do corpo clínico da Ambulância da Alegria, como sempre ela tem uma novidade o engraçado foi que eu estava de um lado e ela de outro, agora pensa se alguém estivesse ouvindo, daí ela me chamou para ir maquiar junto com ela ai foi só alegria.
Enfim prontos, começamos dali mesmo do banheiro, puxamos a nossa música de abertura do espetáculo “A Roseira” e as pessoas meio que sem entender olhavam para nos querendo saber o que que esses palhaços vestidos de doutores queriam, mais logo logo a resposta já estava clara, o “riso” já estava estampado na cara de todos.
Me lembro que tinha algumas pessoas sentados numa salinha, dessas acho que salinhas de espera que se diz neh ? ali agente cantou, expressou, conversou e até recitamos poemas e o melhor quem estava sentando lá não ficaram de fora, tinha tanto poema criativo, vocês tinham que ver, coisa de primeira.
Saindo dessa parte fui com os Drs. para um dos lugares onde as pessoas estavam mais tristes, carentes, desmotivados, sem animo “o quarto onde estão enternados” Conheci um menino show de bola super esperto nem parecia que estava com uma doença tão grave seus olhos brilhavam como uma estrela nas noites mais lindas de luar, ele nos recebeu tão bem parecia que já tinha nos visto por ai, ah mais quem sabe ? talvez nos viu na televisão e não deve ter lembrado kkkkkkkkkkkkkkkkk ...
O seu nome era felipe ele tornou nosso amigo assim bem rapidão e do espinafrinho também antes que eu me esqueça de contar ele era bom nas pegadinhas, sabe aquela música “Vai buscar Dalila” da Ivete Sangalo, ele cantou uma paródia dessa música quem eu ainda nem conhecia, como foi engraçado eu ria tanto que parecia bobo alegre, ele cantava assim: MOSTRA AS AQUISILAS COM PELO COM PELO kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk muito engraçado. Eu fique fam dele! Depois entramos em outro quarto eu o Dr. Pepito e o Dr. Espinafre de cara tinha um moço deitado, não parecia que estava doente e nem que estava enternado, mais como tínhamos uma missão bora fala com esse homem, cheguei bem esparafatozo cheio de alegria, gestos, e com uma expressão bem feliz, ele não estava muito à-vontade com agente não, parecia tímido deu um sorrisinho tímido chocho sem graça, não perdemos a pose fizemos mil gozação com a cara dele perguntamos se ele que era o dono do hospital ? ou até mesmo um funcionário e estava tirando uma soneca, se brincar era até o nosso motorista e estava nos esperando para ir embora ? enchemos ele de perguntas ate que ... ele disse que a filha dele é que estava internada, ela então entrou ate o quarto, ficou espantada quando nos viu, tinha um ar angelical, rostinho de menina meiga, não me lembro o nome dela não mais ela era muito simpática num estante se inturmou com agente e foi só alegria.
Em seguida nos corredores algumas pessoas quando nos viam achavam um máximo mais quando eu pedi uma foto, uma delas correu acredita! Não queriam tirar ai o jeito é tirar a força mesmo. O importante é registrar o momento. De uma forma geral a visita foi excelente eu adorei a experiência e já estou ansioso para a próxima.




























Projeto Ambulância da Alegria Visita Lar do Idoso











Lançamento: Projeto Ambulância da Alegria

Nos primeiros momentos logo quando meu grande amigo Gisley ou seja o Dr. Tom Tom estava me maquiando senti nascer dentro de mim de verdade o Doutor Poow, engraçado que cada pingo de tinta colocado no meu rosto aumentava em mim a responsabilidade de poder levar alegria as pessoas que iriam me assistir, nos últimos segundos antes de eu entrar em cena estava me sentindo bastante calmo, relaxado, tranqüilo não parecia nem que era o meu primeiro trabalho com a Ambulância da Alegria, parecia que eu tinha anos de estrada e que tudo era simplesmente normal, enfim entrei em cena, fiquei frente a frente com o público, ah esqueci de falar a equipe médica da ambulância tinha planejado o que iria apresentar em uma semana, tivemos mais ou menos 3 ensaios e no 3° o ensaio ainda nem rolou direito, me lembro que a equipe médica ficou bastante ansiosa, por varias vezes no ensaio eu procurava uma maneira de trazer o riso, mais ele estava bloqueado, os doutores estavam tensos, acho que naquele hora caiu a ficha ser Doutor da Alegria, é muito mais que levar “alegria” é também transmitir um gesto de carinho, um olhar sincero, uma palavra amiga, um abraço apertado, um momento único de atenção especialmente a um paciente ou idoso em condições de tristeza, desânimo, abandono etc.
De verdade aquele terceiro ensaio não aconteceu e como agente sempre brinca não temos um roteiro a seguir o espetáculo acontece apartir de quando a platéia inicia sua participação e seja de qualquer forma, dando uma boa gargalhada, não rindo, falando algo espontâneo, anotando alguma coisa no papel, comendo sei lá alguma coisa, até mesmo citando um verso, mesmo que seja “Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão ...”Então voltando a falar do lançamento entrei em cena comecei fazendo o pinóquio e o Dr. Pepito mexia com o meu corpo em vários sentidos, e o legal é que do jeito que ele me punha eu tinha que ficar, pensa só o tanto que esse Dr. me colocou em várias furadas, em seguida entrei com o Jacaré também chamado Poow apresentando o Circo “Animarrindo” além do objetivo principal que era rir trazíamos uma historia criada por mim Dr. Poow pela Dr.Florisbela e a Dr. Belinha um trabalho voltado para a importância dos alimentos como as “verduras”, o jacaré Poow foi de mais eu lembro que ele perguntou para prefeito por que que eu chamo Poow ? o prefeito não soube responder daí eu disse por que eu faço pooooow no seu nariz e dei lhe uma mordida com a boca do jacaré kkkkkkkkkkk a platéia inteira riu inclusive eu que soltei a gargalhada, outro momento marcante foi a rádio gargalhada FM me lembro do primeiro ensaio na casa do Dr. Espinafre gente mais eu rachei de rir, vou contar um pouquinho da historia pra vocês.
Foi assim eu achei uma latinha lá na casa do Dr. Espinafre “essas latinhas de extrato de tomate pequenas” ai coloquei ela na boca e dei uma engrossada na voz e falei alô, alô som radio som, teste um dois testando ...
Ai a voz ficou engraçada os doutores caíram na risada, olhamos um pra outro e já estava no ar a rádio gargalhada FM, mais e ai o que que agente iria por no ar músicas ? o que ? Entra a doutora Paty, como o nome já mesmo diz Paty, Patrícia ... Patricinha criamos uma historia onde a Dr. Paty iria ligar para rádio chorando desesperada porque a casa dela caiu, e ela por ser muita rica, luxuosa, poderosa estava se sentindo acabada por não possuir mais nada de valor como móveis da sua casa, suas coisas pessoais, roupas, acessórios etc.
Eu atendo o telefone da rádio fazendo a maior gozação da cara dela, e ela em prantos se desmontando, liga a Dr. Belinha que ouviu o relato dela na rádio e quer fazer umas doações umas roupinhas usadas do tempo do primeiro casamento da mãe dela, a Dr Paty não aceita de maneira alguma – como pode eu uma doutora chique, como eu vou usar roupas do tempo da minha vovozinha, e eu estou do outro lado na maior piada esculachando a cara dela, oferecendo meio quilo de arroz e ela vai se irritando por que o que ela quer é somente ouvir uma musica, depois de muita gozação eu pergunto: Que música a senhora quer ouvir ? ela responde –
Era uma casa ... depois de tanto irritar a Dr. Paty eu coloco a tal música, e o bom é que nossa rádio é ao vivo, entendeu ao vivo! Agente mesmo fala, agente mesmo pede a musica e canta para platéia, para os idosos, para os doentes nos hospitais.






































"Corpo Negro" Grupo Cultural Afro - Brasileiro Entrevista na Rede Integração

A visita na Rede Integração com o “Corpo Negro” Grupo Cultural Afro Brasileiro foi bastante corrida embora muito legal, os dançarinos do Corpo Negro tiveram que passar a coreografia por diversas vezes, para a equipe de jornalismo da Rede Integração pegar a dança de vários ângulos e estilos, alem da coreografia tivemos também a parceria da percussão com os instrumentos: atabaque e surdo, coordenado pelo parceiro prof. de capoeira angola João Antônio, como tudo na vida estamos sujeitos a acidentes e não temos como evitar que eles aconteçam, tivemos um pequeno problema no dia da entrevista, o atabaque que puxava o ritmo da coreografia que o Prof. João tocava abriu a pele, e fomos interrompidos a fazer o som no atabaque, sempre penso assim o importante é tentar chegar ao objetivo desejado mesmo que haja pedras no caminho, temos sempre segurar na mão de Deus e confiar que tudo da certo. Então como já estava quase na hora de entrarmos ao vivo o jeito foi fazer o som do surdo claro que nunca chegaria perto do atabaque e nem mesmo é maneira correta, mais isso não foi problema para a gravação da entrevista do “Corpo Negro”.
A coordenadora pedagógica do Projeto Entre na Roda e do grupo Corpo Negro Luciane Dias, deu uma entrevista falando de assuntos sobre a questão racial, cultura afro brasileira e convidando a comunidade para prestigiar o evento que estava acontecendo naquele dia “Baquete de Rua” onde teve a parceria da CUFA –Uberlândia com oficinas de: hip hop, grafite, basquete de rua entre outros na Escola Municipal Aureliano Joaquim da Silva (CAIC).

















"Corpo Negro" Grupo Cultural Afro - Brasileiro Apresentação Fêmix 1° Feira Mixta de Ituiutaba

Engraçado como a dança afro entrou na minha vida me lembro quando iniciei no mundo da dança foi com a dança afro que apreendi os primeiros passos, os primeiros movimentos, foi quando eu estava começando a ter noção de mundo, de ser humano, ela entrou na minha vida não foi somente para eu poder dançar e mostrar minha cultura mais também para formar em mim a minha personalidade, com ela eu aprendi varias coisas ex: de onde eu vim, qual foi o processo que me fez chegar até aqui, por que que existe tantas coincidências de cores, comidas, gostos com alguns elementos da natureza, eu me lembro que eu não sábia nem dar dois passos para o lado, meu corpo era duro, até porque eu não tinha pessoas na família que mexia com a dança e nem era nascido nela ... Mais como os ensaios eram mágicos posso confessar que eu sentia a dança afro entrar nas minhas veias, na minha alma, eu não fazia a aula por fazer ou por gostar eu tinha prazer em tudo, era uma energia que hoje sempre quando freqüento algum curso ou até mesmo vejo alguém dançando a dança afro não sinto, eu sempre digo aos meus alunos do “Corpo Negro” vocês não precisam ser dançarinos, não precisam fazer belos movimentos, mas precisam se entregar de corpo e alma para conhecer o significado que a dança afro tem. E baseando nisso nessa apresentação que o “Corpo Negro” Grupo Cultural Afro Brasileiro fez foi uma das poucas apresentações que eu senti os meus alunos tão bem interagidos, como eles estavam ... o processo de conhecimento da cultura africana para mim se iniciou apartir dessa apresentação, nesse dia não estavam todos os componentes do Corpo Negro, mais eles fizeram o diferencial, o palco que tinha para apresentar era muito pequeno, não dava para eles fazer a coreografia como teria que ser feito, daí sugeri que fizessem no chão, sempre ensino para eles que um dançarino ou artista não precisa estar em um palco enorme do tamanho do Maracanã, mais precisa fazer o público sentir emoção, precisa fazer o público vibrar, se envolver e nesse dia eles estavam em pleno cimento ou melhor “asfalto” mais eles encantaram não tiveram problema nenhum de usar os 3 planos: baixo, médio e alto fizeram com muita tranqüilidade ... Eles estão cada dia melhor ... e eu não tenho preocupação se vão demorar 1 mês ou 10 anos para ter consciência do valor que eles tem como negro e da responsabilidade que eles tem de representar bem o
nosso povo!!! O importante é que eles reconheçam isso um dia.






















"Corpo Negro" Grupo Cultural Afro - Brasileiro Apresentação PELC Praça da Prefeitura